Instituto Nacional de Saúde

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Esta agendado para dia 27 de Marco de 2018, no Centro Internacional de Conferencias Joaquim Chissano o Io Simpósio Nacional sobre Resistência e Uso Racional de Antimicrobianos. Devido ao uso inadequado dos medicamentos, bem como a falta de conhecimento sobre o uso de medicamentos resulta em uso abusivo, gastos financeiros desnecessários, emergência e rápida disseminação de ocorrência de de estirpes resistentes a drogas e a múltiplas drogas e falência terapêutica. O impacto das resistências aos antimicrobianos representa uma das maiores ameaças à saúde devido ao prolongamento das doenças e aumento da morbi-mortalidade. Esta situação ameaça também a assistência ao paciente, o crescimento económico, a saúde pública, a agricultura, a segurança económica e a segurança nacional. No entanto, embora a frequência de casos de resistência aos antimicrobianos no país tem vindo a crescer nas últimas duas décadas, a evidência sobre conhecimentos e práticas de utilização de medicamentos, em especial os antibióticos e o impacto do uso de medicamentos em humanos, animais e cadeia alimentar, assim como as estratégias e medidas para seu controlo no sistema de saúde em geral é escassa. Esta informação é crucial para o processo de formulação de políticas e planificação ao nível do sector da saúde e da sociedade em geral com vista a assegurar que medidas de controlo, mitigação e prevenção sejam tomadas de modo a reduzir e aliviar o seu impacto devastador e por promover o uso racional de antimicrobianos. Neste contexto, pretende-se que o Io Simpósio Nacional sobre Resistência e Uso Racional de Antimicrobianos se divulgue toda informação estratégica sobre uso racional de antimicrobianos na saúde humana e animal no país com vista a: (1) melhorar a conscientização e a compreensão do uso racional de antimicrobianos para combater as resistências; (2) fortalecer o conhecimento através da vigilância e pesquisa; (3) reduzir a incidência de infecção hospitalares; (4) otimizar o uso de agentes antimicrobianos; E (5) desenvolver investimentos sustentáveis que atendam às necessidades do país e aumentar investimentos em novas ferramentas de diagnóstico, medicamentos, vacinas e outras intervenções, no âmbito no âmbito do regulamento sanitário internacional e da iniciativa da Agenda Global de Segurança Sanitária.